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O movimento Black Lives Matter e a escola

A luta contra o preconceito e a intolerância é uma pauta cada vez mais presente em nosso cotidiano. Com o crescimento exponencial das redes sociais, foi-se o tempo em que atos criminosos de racismo e discriminação social ou de gênero passavam despercebidos. No mundo virtual, muitas vítimas de violência se sentem mais seguras para denunciar seus agressores e se conectar digitalmente a outros membros de sua comunidade.

O movimento Black Lives Matter é um ótimo exemplo de como a internet é uma ferramenta poderosa no combate à desigualdade. Iniciada nos Estados Unidos, a ação começou com uma hashtag: palavra-chave usada nas mídias digitais para identificar um tema e reunir todo conteúdo publicado sobre ele online. Em seguida, o Black Lives Matter ganhou visibilidade internacional por meio de plataformas como Facebook e Instagram e, além de alertar para o preconceito que pessoas negras sofrem no mundo todo, também despertou o interesse de crianças e adolescentes para a causa.

Uma vez que racismo e discriminação têm sido fortemente discutidos em canais de tão fácil acesso, como a escola deve se posicionar a partir desses debates? Como promover campanhas de conscientização no ambiente escolar?

É importante lembrar que a escola é um reflexo da sociedade e, finalmente, a nossa está abrindo os olhos para injustiças há muitos séculos perpetuadas. Não se posicionar deixou de ser uma opção, visto que ficar calado diante de tanta informação também é compactuar com um sistema que exclui minorias. Professores e coordenadores que fazem ‘vista grossa’ para bullying e brincadeiras de teor racista estão endossando um mau comportamento que provavelmente será reproduzido na sociedade no futuro. Além disso, educadores precisam estar atentos aos conteúdos abordados em sala de aula, evitando textos não-inclusivos e ultrapassados.

A escola deve exercer um papel fundamental na luta contra o racismo, formando cidadãos mais conscientes e, acima de tudo, acolhendo crianças e adolescentes vítimas de preconceito. Afinal, nossos jovens estão a um click de se depararem com questionamentos sociais profundos e debates extremamente pertinentes – resta a escola se modernizar para acompanhá-los.

Escrito por Marina Farias, professora My Hub

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